Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Crise?? Qual Crise?

Como todos sabemos, o mundo está a atravessar uma crise mundial. Sendo a grande maioria do nosso tecido empresarial PMEs, não podemos ficar indiferentes ao estrangulamento que a grande maioria sofre nesta altura de recessão.

O governo pode deixar as empresas falirem umas atrás das outras, o que vai aumentar o número de desempregados e a despesa pública relativa aos subsídios de desemprego. Em alternativa, pode optar por ajudar as empresas, desde que estas apresentem planos viáveis de reestruturação e que garantam que o potencial dinheiro emprestado será aplicado com o intuito de segurar os postos de trabalho.

O Correio Popular noticiou que Peniche teve o maior crescimento do desemprego da zona Oeste. Mas o que poderia a autarquia de Peniche fazer para combater esta tendência? Nós respondemos: Pagar as suas dívidas!

Enquanto o executivo comunista vai assobiando para o ar, milhares de famílias vivem a realidade do desemprego e outras tantas a perspectiva de ficar sem os seus empregos. O que poderia a Câmara fazer? Pagar aos fornecedores. Como é possível que, na melhor das hipóteses, as dívidas a fornecedores estejam com 10 meses de atraso (segundo documento com dados de Dezembro último). Como é possível que uma pequena empresa se aguente 10 meses à espera que a câmara lhe pague? Deixando de pagar aos seus fornecedores? Não pagando os ordenados? Pedindo um empréstimo e pagando os respectivos juros para ser cumpridor?
Tudo isto por culpa de quem deveria zelar pelos interesses do município!

Como é possível que a câmara faça um orçamento 20% superior ao do ano passado? Onde é que a câmara comunista vai buscar receitas de mais 5 Milhões de Euros em relação ao ano passado? Como é possível prever um crescimento de mais de 16% nos Loteamentos e Vendas de Terrenos na actual conjuntura? Em que país é que vive, Sr. Presidente? E este aumento imaginário de receitas, será aplicado no pagamento devido aos fornecedores? Não! É aplicado na propaganda política e no folclore eleitoral.

É vergonhoso que se gaste 126 000€ em Refeições Confeccionadas (mais 84% do que em 2008), 112 000€ em Prémios, Condecorações e Ofertas (mais 50% que em 2008), 190 000€ em Horas Extraordinárias (mais 27% que em 2008), 360 000€ em Publicidade (!) (mais 57% que em 2008) ou continuar a gastar-se 120 000€ em Comunicações. Que sinais dá a câmara com estes números? Que quer fazer multiplicar as almoçaradas, que quer reforçar o porreirismo de que se vale, que quer aumentar a propaganda, que quer aumentar o folclore eleitoral.

O PSD propõe que se pague de imediato as dívidas a fornecedores, de modo a que haja alguma liquidez de tesouraria nas empresas que lhes permitam continuar a actividade. O PSD propôs em tempo útil uma redução controlada da despesa corrente. O PSD propôs uma isenção do IRS. O PSD propôs uma redução significativa das taxas do IMI. O PSD preocupa-se realmente com as famílias e com as empresas. O PSD não se limita a propagandear a sua preocupação social. O PSD apresenta propostas concretas, que são rejeitadas por quem se diz defensor dos trabalhadores. Os únicos trabalhadores que temos vistos serem defendidos pelo executivo comunista são eles mesmos.

PS(D): O último panfleto de propaganda comunista denominado Boletim Municipal custou 8700€ (1700 contos em moeda antiga).

Artigo publicado na edição de 6 de Março de 2009 do Correio Popular


A Laranja, a Rosa e a Foice e Martelo
Era uma vez uma linda cidade piscatória, perdão, uma linda vila piscatória. Num certo tempo, a Laranja tomou conta da governação da Vila. A Laranja veio cheia de genica, cheia de ideias para o concelho. Por mais que fosse espremida, a Laranja continuava a deitar sumo. A Laranja construiu escolas, um Hospital, sistema sanitário para mais de 95% das casas, uma Barragem, estradas novas. Tanto foi feito que a bonita vila piscatória tornou-se numa simpática cidade. Uma cidade com a necessidade de alargar os horizontes, que não se limita-se à pesca, que não fosse refém dos desígnios das marés.


Depois de construídas as infra-estruturas, era necessário ordenar o território. Mas, quis o povo que a Rosa tomasse conta da Cidade. A Rosa dizia-se a mais cheirosa de Portugal. Prometeu trazer um cheiro agradável, uma leve brisa que nos fizesse ter um sorriso na boca. O que não conseguiu foi eliminar os maus cheiros que pela Cidade fluem. Assim, em vez de um sorriso nos lábios, colocámos uma mola no nariz! Passados 4 anos da chegada da Rosa ao poder, pouco tinha sido feito: pouco se tinha evoluído no ordenamento do território, factor preponderante para a evolução do Concelho.


Mesmo assim, o povo desse Concelho decidiu reconduzir a Rosa, uma Rosa com o mesmo mau cheiro mas com mau aspecto, já sem o ar jovial que tomou conta da governação da Cidade.
Os anos foram passando, e os problemas de Planeamento Urbanístico amontoaram-se, sem que se percebesse como é possível nada fazer quanto ao acampamento de etnia cigana que proliferou no centro da cidade, ou como não se aprovou o plano de urbanização do Baleal. Alguns projectos foram arrancados nos últimos meses do 2º mandato, mas já era tarde. O povo já estava farto duma Rosa mal-cheirosa e deu vez à Foice e Martelo que tudo prometeu. Não era uma Foice qualquer! Era uma Foice alegre, positiva e bem-disposta. Só podia ser melhor do que aquela Rosa! Enquanto a Foice e Martelo vão dando música ao pessoal, as obras e os projectos vão ficando na gaveta. Projectos novos são poucos ou nenhuns, e os existentes não arrancam. O importante é manter as aparências. Mas o povo dessa menos jovem Cidade e respectivo Concelho já perceberam que só há um caminho: o da Laranja. Agora uma Laranja mais jovem, com novas mentalidades e novos rostos. Uma Laranja preparada para dar um balanço novo à Cidade e levá-la para outro patamar. O povo já percebeu que não pode dar o benefício da dúvida e dar mais 4 anos à Foice e Martelo, porque os anos vão passando e a bela Cidade vai ficando na mesma. É necessário mais sumo, mais vida.


PS(D): Esta é uma fábula de ficção. Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

Rui Maia Santos

Quarta-feira, 18 de Março de 2009

Comissão Política

A comissão política do PSD, eleita no final de 2008 é um grupo jovem, dinâmico e com grande vontade de partilhar as suas ideias com a população do Concelho de Peniche. É composta por:

Paulo Rodrigues - Presidente
Carlos Santana - Vice-Presidente
Rui Carvalho - Vice-Presidente
Marcelino Pereira - Tesoureiro
Paulo Balau - Vogal
Vitor Marques - Vogal
Cristina Leitão - Vogal
Rui Maia Santos - Vogal